LILACS

LILACS, Literatura Latino-americana e do Caribe em Ciências da Saúde, é o principal índice e repositório da produção científica e técnica da área da saúde publicada nos países da América Latina e Caribe (AL&C).

 

Contem documentos publicados a partir de 1982, incluindo teses, livros, capítulos de livros, anais de congressos ou conferências, relatórios técnico-científicos, e artigos de revistas, entre outros. Complementa índices internacionais, como MEDLINE e Web of Science.

 

Seus principais objetivos são o controle bibliográfico, disseminação e aumento da visibilidade da literatura científico-técnica latino-americana e do Caribe na área da Saúde.

 

Coordenado pela BIREME/OPAS/OMS, é produzido de forma cooperativa por instituições de 37 países da AL&C que integram o Sistema Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde.

 

Foi criado em 1985, inicialmente como extensão e evolução do IMLA (Index Medicus Latino-Americano, criado em 1978).

 

O LILACS pode ser acessado pela Biblioteca Virtual em Saúde, onde também estão disponíveis várias outras fontes de informação, ou pelo Portal de pesquisa LILACS. O acesso ao conteúdo do LILACS é livre e gratuito.

Metodologia LILACS

Documentação

Sistema LILACS


Revisado em: 03/01/2017
 Atualizado em: 03/01/2017
  • Guias, manuais e notas técnicas

    A Metodologia LILACS é um componente da Biblioteca Virtual em Saúde em contínuo desenvolvimento, constituído de normas, manuais, guias e aplicativos, destinados à coleta, seleção, descrição, indexação de documentos e geração de bases de dados.

    Esta metodologia foi desenvolvida a partir de 1982, e surgiu diante da necessidade de uma metodologia comum para o tratamento descentralizado da literatura científica-técnica em saúde produzida na América Latina e Caribe.

    Utilizando esta Metodologia os países que integram o Sistema Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde criam bases de dados locais e nacionais e cooperam com a alimentação da base de dados LILACS, contribuindo com o controle bibliográfico e a disseminação da literatura científico-técnica da Região, no modelo de cooperação técnica estabelecido pela Biblioteca Virtual em Saúde.

    Ao conjunto de bases de dados que utilizam os padrões estabelecidos na Metodologia LILACS denominamos Sistema LILACS. Atualmente, integram o Sistema LILACS as bases de dados: LILACS, BBO, BDENF, MEDCARIB e bases de dados nacionais dos países da América Latina.




    Guia de seleção de documentos para LILACS


    Guia de seleção de documentos para LILACS 
    Contém critérios para a seleção dos documentos que farão parte da base de dados LILACS, uma das Fontes de Informação da BVS (Biblioteca Virtual em Saúde). É composto de duas seções principais: cobertura da base de dados e critérios de seleção por tipo de literatura, além de dois apêndices. A primeira seção corresponde às definições da cobertura temática, cronológica, geográfica e idiomática da base de dados LILACS. A segunda seção corresponde ao critério específico de seleção por tipo de literatura, como publicações periódicas, livros, teses, dissertações e outros. Nos apêndices encontra-se uma lista contendo as principais categorias do DeCS e os Critérios de Seleção de Periódicos para a Base de Dados LILACS.

     




    Indexação


    Manual de Indexação de documentos  (arquivo grande, não carrega)
    Descreve os procedimentos que deverão ser seguidos para a análise do conteúdo de documentos a serem incorporados na base de dados LILACS. Baseado no manual de indexação para MEDLINE.

    Indexação de documentos sobre Zika 
    Indexar e reindexar documentos sobre Zika vírus com novos descritores DeCS 2016.

     




    FI-Admin


    Alteração na Metodologia LILACS - FI-Admin 1.8 (publicar)

    Procedimento de revisão de descrição e indexação de revistas LILACS-Express no FI-Admin

    Gestão de redes, fonte de informação e BVS

    Atualização dos recursos de pesquisa de LILACS (11/11/2010)

    Copiar e colar resumos para LILDBI-Web

    Manual de gestão da FI LILACS

    Dúvidas




    LILDBI-Web


    Manual de procedimentos do LILDBI-Web 
    Orienta realização de tarefas de alimentação, manutenção e controle de qualidade de bases de dados bibliográficas que seguem a metodologia LILACS por meio do LILDBI-Web.

    Dicionário de dados do modelo LILACS (em Espanhol) 
    Orienta analistas de sistemas acerca de estrutura de diretórios e a estrutura de campos das bases de dados da metodologia LILACS e o sistema LILDBI-Web.

    Alteração de Metodologia LILACS - LILDBI-Web 1.6 (15/10/2007) [
    Nota técnida que tem como objetivo atualizar os bibliotecários usuários do LILDBI-Web
    1.6 na descrição bibliográfica de documentos de acordo com a nova metodologia.

    Alteração de Metodologia LILACS - LILDBI-Web 1.7 (30/07/2008) 
    Nota técnica que tem como finalidade atualizar os bibliotecários usuários do LILDBI-Web 1.7 na descrição bibliográfica de documentos de acordo com a nova versão.

    Recomendações de segurança no LILDBI-Web (21/06/2010) 
    Descreve procedimentos de segurança recomendados a serem aplicados no servidor onde o LILDB-Web está instalado.

    Orientações para uso do LILDBI-Web no Internet Explorer 9 (16/02/2012) 
    Apresenta o problema identifcado no LILDBI-Web quando utilizado em Internet Explorer 9 e como solucioná-lo.

    Preenchimento do campo de Autor Pessoal no LILDBI-Web sem utilização do Assist 

    Tipos de mensagem emitidas pelo LILDBI-Web

    Procedimento de revisão de descrição e indexação de revistas LILACS-Express no LILDBI-Web

    Importação no LILDBI-Web

    Envio de resultado de pesquisa na LILACS no formato ISO (exportação de ISO da LILACS)

    Envio de contribuição para LILACS

    Copiar e colar resumos para LILDBI-Web

     




    Indexação de revistas


    Criei esse subitem pra agrupar documentos que estavam indicados para entrar aqui mas que são mais para editores, e acho que falta contextualizar o porque de isso também ser importante para CC.

    Critérios de seleção e permanência de periódicos LILACS 
    Documento torna público critérios gerais adotados para seleção e permanência de periódicos LILACS e de aplicação no âmbito regional (AL&C). Em consonância com ICMJE - International Committee of Medical Journal Editors.

    Recomendação sobre Acesso Aberto e conteúdo online na LILACS 
    Recomenda a editores dos periódicos indexados na LILACS que a partir de primeiro de janeiro de 2013, todos os periódicos nesta base publicados a partir dessa data deverão disponibilizar o texto completo do conteúdo integral do periódico em formato eletrônico em acesso aberto. Comitê de Avaliação e Seleção de Periódicos LILACS Brasil aderiu à recomendação.

    Recomendação aos editores de revistas indexadas na LILACS e SciELO sobre registro de ensaios clínicos 

    Registro de ensaios clínicos: BIREME anuncia que revistas na LILACS e SciELO deverão seguir orientação da OMS - manter? notícia

    Indexação de suplementos de revistas: NLM muda política para indexação de suplementos  - notícia. tenho dúvidas sobre esse conteúdo porque não tem uma orientação para LILACS.




    Descrição bibliográfica


    Manual de Descrição Bibliográfica
    Orienta o preenchimento dos campos de dados definidos no formato LILACS. Descreve cada campo de dados e apresenta exemplos de preenchimento. A padronização dos elementos de dados segue normas internacionais de tratamento de informação bibliográfica como AARC2, ISBD, UNISIST Reference Manual, MARC Lite e ISO.

    Tratamento de errata na LILACS 
    Orienta sobre a descrição de erratas e artigos corrigidos por elas de acordo com a Metodologia LILACS.

    Tratamento de comentários na LILACS 
    Orienta sobre a descrição de comentários segundo Metodologia LILACS.

    Descrição bibliográfica de artigos publicados em revistas de publicação contínua 
    Orienta sobre descrição bibliográfica de artigos publicados em revistas que adotam o modelo de publicação contínua de artigos. Traz exemplos nos sistemas LILDBI-Web e FI-Admin.

     

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  • Interoperabilidade entre LILACS e Dublin Core Qualified

    Interoperabilidade entre LILACS e Dublin Core Qualified

    A interoperabilidade na LILACS ocorre das seguintes formas:

    nível interface:

    • busca integrada via iAHx;
    • metabusca via iAH;

    nível dado:

    • importação e exportação de dados via arquivos ISO;
    • exportação de dados via formato MARC;
    • harvesting (coleta) de dados via OAI-PMH (Open Archives Initiative Protocol for Metadata Harvesting) com o índice IMSEAR (SEARO);
    • e atualmente está em desenvolvimento a interface OAI-PMH para harvesting de metadados via repositórios institucionais, tendo como primeiro case o DSpace;
    • previsão de coleta de dados via sistemas OJS/SEER.

    A interoperabilidade pode ser realizada considerando a adoção de padrões internacionais para descrição de metadados adotados pela Metodologia LILACS e é o que proporcionou até o momento as possibilidades de interoperabilidade apresentadas acima.

    Considerando os níveis de interoperabilidade, a primeira etapa da compatibilização é técnica, na qual os campos de dados LILACS estão sendo compatibilizados com o Dublin Core Qualified.

    1. Realizou-se a redução dos campos LILACS destinados a descrição do tipo de literatura em análise (artigo de periódico, documento não convencional, teses e monográficos) ao mínimo possível de modo a possibilitar sua descrição;
    2. Classificação campos em obrigatórios e essenciais conforme a Metodologia;
    3. Compatibilização (um DE/PARA com o Dublin Core Qualified e com Dublin Core existente no DSpace - DC Library Application Profile), e é o resultado desta análise que agora submetemos à sua avaliação.
    • Importante: Esclarece-se que nada muda para os Centros Colaboradores (CC) que utilizam o LILDBI-Web para descrição e indexação dos registros LILACS e que essa iniciativa é relacionada a implantação do DSpace como repositório institucional de todos os escritórios, centros e bibliotecas da OPAS.

    Segue abaixo a análise realizada com o fim de definir campos mínimos baseados no formato LILACS para que seja possível intercambiar dados com a LILACS conforme o tipo de documento em análise.

    sug.1

    Documentos de Referencia:

    Categorias:

     

     

     

     

     

     

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  • Interoperabilidade entre LILACS e FI

    Interoperabilidade entre LILACS e FI

    Interoperabilidade é a integração e comunicação entre as fontes e fluxos de informação, tanto entre suas instâncias como entre estas e outras redes associadas. [Guia da BVS 2011)

    A interoperabilidade entre as fontes e fluxos de informação é determinante para a convergência dos dados e conteúdos produzidos e operados pelas instâncias geográficas e temáticas da BVS de forma descentralizada numa única rede. A interoperabilidade é portanto, uma diretriz estratégica para a sustentabilidade do marco de operacional de trabalho em rede da BVS.

    Seguindo este modelo conceitual, a BVS integra e interopera metodologias e tecnologias por meio de sistemas de informação de forma colaborativa. Os sistemas são organizados em camadas, ou níveis de processamento, esquematizados a seguir:

    • nível dado – contém os arquivos ou bases de dados com os registros de conteúdos. Os arquivos de dados estão acessíveis baseando-se em protocolos de acesso aberto, o que permite sua indexação por mecanismos de busca ou indexadores;
    • nível índice – contém os arquivos de índices para recuperação dos dados organizados nos sistemas ou bases de dados. Essa camada é representada por diferentes indexadores aplicados aos mesmos arquivos de dados.
    • nível interface – conjunto de diferentes interfaces, na maioria páginas Web, mas incluindo-se também telefonia móvel, TV digital, entre outros, que acessam os índices para recuperação e navegação nos conteúdos. As interfaces são, portanto, ilimitadas em número e formatos de apresentação.

    Interoperabilidade 1

    Níveis de interoperabilidade

    Segundo Arms (2002) citado por Fusco (2010), a interoperabilidade tem como objetivo desenvolver serviços coerentes para os usuários, utilizando recursos informacionais que são tecnicamente diferentes e gerenciados por variadas organizações. Isto requer acordos de cooperação em três níveis:

    interoperabilidade

    Conforme Fusco (2010)

    Do ponto de vista da interoperabilidade de informações é necessária a compreensão de três níveis de características no intercâmbio das informações: semântico, estrutural e sintático.

    a) Nível Semântico
    Este nível permite entender o significado de cada elemento descritor do recurso em conjunto com as associações nele embutidas.  Segundo Moura (2002), o uso de vocabulários específicos, ontologias e/ou padrões de metadados são essenciais para assegurar esse
    tipo de interoperabilidade.
    De acordo com Marino (2001), existem dois subníveis no nível semântico:
    • Epistemológico: relacionado ao significado dos elementos descritores do formato e das relações nele existentes;
    • Ontológico: relacionado ao uso de ontologias, vocabulários controlados e padrões de metadados para o estabelecimento dos significados dos dados representados.
    Como exemplo desse nível de interoperabilidade pode-se destacar os campos que têm o mesmo significado entre elementos descritivos de padrões de representação como o MARC21.

    b) Nível Estrutural
    Este nível estabelece cada elemento componente de um padrão de metadados, descreve os seus tipos, a escala de valores possíveis para esses elementos e os mecanismos utilizados para relacionar esses elementos de modo a que possam ser processados de forma automática.
    Como exemplo pode-se destacar os padrões de metadados Dublin Core (DC) e MARCXML.

    c) Nível Sintático
    Barreto (1999, p. 85), afirma que “a sintaxe fornece uma linguagem comum para representar a estrutura dos metadados”. Este nível de interoperabilidade define como os metadados devem ser codificados para a transferência de informações. Como exemplo apresenta-se a linguagem XML (eXtensible Markup Language) na gerência da troca de informações.

    interoperabilidade2

    Capturar

    Referências

    Packer, Abel Laerte. A biblioteca de cada um. Seminário Internacional de Bibliotecas Digitais Brasil, São Paulo, 18-20 set. 2007. Disponível em: http://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&cd=1&ved=0CBsQFjAA&url=http%3A%2F%2Fwww.bibliotecadigital.unicamp.br%2Fdocument%2F%3Fdown%3D23443&ei=xZrjTYXwOMuRgQfVusCZBg&usg=AFQjCNFQoOO6GXbO9avYn8kb8W-nRUPFHQ

    Fusco, Elvis. Modelos conceituais de dados como parte do processo de catalogação: perspectiva do uso dos FRBR no desenvolvimento de catálogos bibliográficos digitais. Tese de Doutorado. Marília: Unesp, 2010. Disponível em: http://www.marilia.unesp.br/Home/Pos-Graduacao/CienciadaInformacao/Dissertacoes/fusco_e_do_mar.pdf

    Ramalho, Luciano. NoSQL na BIREME/OPAS/OMS: 20 anos de experiência. Disponível em: http://www.slideshare.net/ramalho/nosql-na-bireme-20-anos-de-experincia

    http://www.slideshare.net/Modesto/da-ficha-lascada-aos-metadados-novos-rumos-para-a-catalogao?src=related_normal&rel=4768248

    http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-19651997000100008

    A preservação digital e o modelo de referência Open Archival Information System (OAIS) Digital preservation and the Open Archival Information System (OAIS) por Katia P. Thomaz e Antonio José Soares http://www.dgz.org.br/fev04/Art_01.htm

    Sayão, Luis Fernando. http://www.documentoseletronicos.arquivonacional.gov.br/Media/publicacoes/ctdemetadadospreservacaodigitalsayao.pdf

    http://www.digitalpreservationeurope.eu/preservation-training-materials/files/oais-reference-model.ppt

    http://www.sherpadp.org.uk/documents/wp44-preservation-metadata.pdf

    http://www.national.archives.gov.za/rms/NARS_DMLIB-4915-v1-NARS_DMLIB-Managing_electronic_records_metadata_requirements.PDF

    http://kmr.nada.kth.se/papers/SemanticWeb/FromInteropToHarm-MikaelsThesis.pdf

    Categorias:

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  • Rede Brasileira de Bibliotecas da Área de Psicologia (ReBAP)

    Rede especializada em Psicologia

    Coordenada pela Biblioteca Dante Moreira Leite do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (IP/USP), a Rede Brasileira de Bibliotecas da Área de Psicologia (ReBAP) é responsável pela base de dados Index Psi e é Centro Coordenador Especializado em Psicologia do Sistema LILACS.

    Av. Prof. Mello Moraes, 1721 - Cidade Universitária
    CEP: 05508-030
    São Paulo - SP - Brasil
    Telefones: (55 11) 3091-4391 / (55 11) 3091-4392
    Fax: (55 11) 3091-4392
    E-mail: coordenacao@bvs-psi.org.br

    Veja Também

     BVS Psicologia Brasil: http://www.bvs-psi.org.br/

     Base de Dados: Index Psi

     Lista de periódicos indexados na Index Psi

     Formulário de contato da BVS Psi Brasil

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  • Rede do Sistema de Informação Especializado na Área de Odontologia (SIEO)

    Rede especializada em Odontologia

    A BBO, Bibliografia Brasileira de Odontologia - BBO - é uma base de dados da literatura nacional na área de odontologia, editada a partir de 1966, sob a responsabilidade do Serviço de Documentação Odontológica (SDO) da Faculdade de Odontologia da USP. Contém livros, teses, publicações periódicas, assim como artigos de autores nacionais publicados em revistas estrangeiras e não especializadas. Em colaboração com o Sistema de Informação Especializado em Odontologia (SIEO) reúne, a partir de 1991, a produção científica nacional na área, estando disponível nos formatos online e em CD ROM, a partir da 17ª. edição da LILACS. As revistas indexadas na BBO são analisadas por um Comitê de Seleção, segundo os: Critérios de Seleção para a Base de Dados BBO . Atualmente a base conta com 60 revistas indexadas.

    Coordenador do Sistema de Informação Especializado na Área de Odontologia (SIEO):
    Serviço de Documentação Odontológica da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (SDO - FO/USP)
    Av. Professor Lineu Prestes, 2227 - Cidade Universitária
    CEP 05508-000
    São Paulo - SP - Brasil
    E-mail: ferpau@usp.br
    Responsável: Lúcia Maria S.V. Costa Ramos - lveronica28@gmail.com

    Lista de revistas

    Título ISSN SciELO LILACS BBO MEDLINE Instituição responsável (Editor) Instituição responsável pela indexação
    Arq. odontol 1516-0939  
    X
    X
        BR365.1
    Braz. dent. j 0103-6440  
    X
    X
        BR501.1
    Braz. j. oral sci 1677-3217  
    X
    X
        BR218.1
    Braz. oral res 1806-8324
    X
    X
    X
        BR1.1
    Clín. int. j. braz. dent 1806-5015  
    X
    X
        BR186.1
    ImplantNews 1678-6661  
    X
    X
        BR243.1
    IMPLO mag 1809-8565  
    X
    X
        BR337.1
    REME: revista mineira de enfermagem 1415-2762  
    X
    X
      UFMG (BR21.9) BR21.1
    Rev. RENE: revista da rede de enfermagem do Nordeste 1517-3852  
    X
    X
      UFC (BR1799.9) BR6.1
    Revista baiana de enfermagem 0102-5430  
    X
    X
      UFBA (BR11.3) BR342.1
    Revista de APS 1516-7704  
    X
    X
      UFJF (BR1861.9) BR378.1
    Revista brasileira de enfermagem 0034-7167
    X
    X
    X
    X
    ABEN (BR905) BR1.1
    Revista eletrônica de enfermagem 1518-1944  
    X
    X
      UFG (BR1854.9) BR584.1
    Revista da Escola de Enfermagem da USP 0080-6234
    X
    X
    X
    X
    USP (BR160) BR1.1
    Revista enfermagem UERJ 0104-3552  
    X
    X
      UERJ (BR1292.2) BR1366.1
    Revista gaúcha de enfermagem 0102-6933
    X
    X
    X
    X
    UFRGS (BR546.2) BR1.1
    Revista latino-americana de enfermagem 0104-1169
    X
    X
    X
    X
    USP/EERP (BR1288.2) BR1.1
    Revista paulista de enfermagem 0100-8889  
    X
    X
      ABEN-SP (BR788) BR599.1
    Revista SOBECC 1414-4425  
    X
    X
      SOBECC (BRI6770.9) BR442.1
    Texto & contexto-enfermagem 0104-0707
    X
    X
    X
      UFCS (BR1282.2) BR17.1
    Revista de enfermagem UFPE on line 1981-8963    
    X
      UFPE BR9.1
    SMAD. Revista eletrônica saúde mental álcool e drogas 1806-6976  
    X
    X
      USP/EERP (BR1872.9) BR26.1

    Veja Também

    BVS Odontologia Brasil: http://odontologia.bvs.br/

     Acesso à BBO (Base Brasileira de Odontologia)

     

    Seleção de Periódicos da área de Odontologia para LILACS e BBO

     Critérios de Seleção para a Base de Dados BBO
         Responsável: Fábio Jastwebski
         E-mail: bioj58@hotmail.com

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  • Sistema Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde

    Sistema Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde

    Descrição do Sistema

    O Sistema Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde tem por objetivo cooperar com o desenvolvimento da pesquisa, educação e atenção em saúde na América Latina e Caribe, colocando ao alcance da comunidade de profissionais da saúde informação científico-técnica produzida nacional e internacionalmente.

    O Sistema é coordenado pela Organização Pan-Americana da Saúde através da BIREME, centro especialmente criado para desenvolver o programa de informação em ciências da saúde da Organização.

    O Sistema Regional é produto da integração de sistemas nacionais, cuja estrutura prevê um Centro Coordenador Nacional e uma rede descentralizada de Centros Cooperantes formada por bibliotecas e centros de documentação da área da saúde.

    Ao Sistema também pertencem os Centros de Informação da sede da Organização Pan-Americana da Saúde, em Washington, os Centros especializados regionais da OPAS e os Centros de Documentação localizados nas Representações nos diferentes países.

    Utilizando a Metodologia LILACS os países que integram o Sistema Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde criam bases de dados locais e nacionais e cooperam com a alimentação da LILACS, contribuindo com o controle bibliográfico e a disseminação da literatura científico-técnica da Região, no modelo de cooperação técnica estabelecido pela Biblioteca Virtual em Saúde.

    Estrutura a nível país

    [icon name="check-circle" class="" unprefixed_class=""] Um Centro Coordenador Nacional (CCN) da Rede Nacional (para o Brasil a BIREME acumula também esta função);
    [icon name="check-circle" class="" unprefixed_class=""] Um Grupo Técnico, composto por representantes dos Centros Cooperantes da Rede Nacional (CC);
    [icon name="check-circle" class="" unprefixed_class=""] Um Comitê Assessor, integrado por autoridades de Saúde; e
    [icon name="check-circle" class="" unprefixed_class=""] Centro de Documentação da Representação da OPAS/OMS no país.

    Estrutura a nível regional

    [icon name="check-circle" class="" unprefixed_class=""] Um Centro Coordenador Regional (BIREME);
    [icon name="check-circle" class="" unprefixed_class=""] Um Grupo Técnico, composto por representantes dos Centros Coordenadores Nacionais (CCN);
    [icon name="check-circle" class="" unprefixed_class=""] Centros Regionais das Sub-redes especializadas em temas específicos;
    [icon name="check-circle" class="" unprefixed_class=""] Centros Regionais Especializados da OPAS/OMS; e
    [icon name="check-circle" class="" unprefixed_class=""] Biblioteca da Sede da OPAS/OMS em Washington.

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  • Sub-rede Brasileira de Informação em Enfermagem (SURENF)

    Rede especializada em Enfermagem

    Coordenada pela Biblioteca J. Baeta Vianna da Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Sub-rede Brasileira de Informação em Enfermagem (SURENF) é responsável pela BDENF e Centro Coordenador Especializado em Enfermagem do Sistema LILACS.

    Coordenador da Rede Enfermagem:
    Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
    Av. Alfredo Balena, 190. Campus Saúde - Bairro Santa Efigênia
    CEP 30130-100
    Belo Horizonte - MG - Brasil
    E-mail: bvsenfermagem@ufmg.br
    Tel/Fax: 55+(31)3409-9876/9862

    Vejam também

    BVS Enfermagem Brasil: http://enfermagem.bvs.br/

     Acesso à BDENF (Base de Dados de Enfermagem)

     Fluxo de cooperação da BDENF

     Revistas indexadas na BDENF

     Pesquisa na BDENF por: iAHx (por filtros ou clusters) e iAH (pesquisa por índices)

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